sábado, 31 de janeiro de 2009

Espiar, eu?

Faço coro com Lulu Santos para cantar que “não desejamos mal a quase ninguém”. A parcela não quista pela gente é aquela que junta uma goma mascada, mastiga novamente e descobre que o negócio está novo. Cara! Eu ainda não acredito direito que aquela morenona do Big Brother conseguiu tamanha proeza.

E nem foi o chiclete do comercial de Cauã Reimond. Depois o Trident usado pelo ator – e testado pelo fã se ainda estava ‘novo’ – foi leiloado por R$ 349, revertidos para uma Ong paranaense (ou paulistana, não lembro). Peço licença a Ronaldo Sant’Anna [ai de mim se errar a grafia deste sobrenome!] para escrever um sonoro “i-na-cre-di-tá-vel!”.

Nem sei como começou a história, porque no horário do BBB prefiro colocar a leitura em dia ou navegar pelo mundo online [e nem assim eu li sobre isso, haha]; mas a Gaby me chamou em sua mesa para mostrar a bobeira (parênteses: por que será que as empresas bloqueiam acessos a um site ou outro, hm, hm?). Sorry, Gaby: te entreguei.

Não assisto ao BBB porque não me atrai. Após passar o dia a matar leões e descascar pepinos é justo relaxar com um entretenimento menos massante e não com um programa manipulado-pra-lá-de-chato-e-sem-conteúdo. Um verdadeiro chiclete usado. Esse vício eu passo.

Não critico que assiste, Duzoviski (risos). Só não me enquadro no grupo que diariamente durante o cafezinho adora discutir o norte do programa. Tudo bem, às vezes sou chatéenha, mas é cada um com seu cada qual [tá certo. Leia isso aqui no intervalo e nos próximos reclames volte para comentar o post, rsss].

Tem sentido dar audiência a um enlatado já esquadrinhado do início ao fim? Só se for para a dona Naiá lá exercitar sua juventude e causar a polêmica que o público tanto gosta. Se tivesse um amigo no grupo (Erickão, você merecia. Sério!) naquela vida mais ou menos, rodeado por pessoas – normalmente nem tão – agradáveis, talvez eu desse a espiadinha que as chamadas tanto insistem.

A única parte interessante é que os aspirados podem ter sucesso na vida artística. Ah! Quase esqueço que o prêmio final não tem preço. But, por todos os motivos óbvios eu não ousaria: nem pelo milhão!

Aquela goma mascada teve seus segundos de fama. Fato! E a morenona, de imundície. Superou-se pela fama. Peraí... E se o chiclete que ela cavou fosse de um famoso? Poderia sugerir ao Bial que mandasse para análise. Vai que valesse mais que o de Cauã? No vídeo da web ela fala que estava bom, ou que ainda tinha gosto, sei lá. Entonces, fazia pouco tempo que a gominha fora jogada ao relento.

Meu avô falava que bicho maior come o mais pequeno... juntar um chicletinho da grama não deve ser pior que comer meleca de nariz, fruta sem lavar, areia da chuva (isso quando criança eu fazia sempre. Prontofalei.) ou beber no copo de um desconhecido.

"A quase ninguém", Lulu falou. Nem passou pela minha cabeça que a abestalhada merecia mesmo era ser infectada por herpes. Argh.

=)

Essa semana, passando por Garopaba, jantei no Lubt, o agradável pub localizado no trevinho da praia da Ferrugem. Não lembro (sou ótima em esquecer informações) o nome do que foi servido, mas é um peixe com molho agridoce maravilhoso, acompanhado de um arroz mágico e salada verde com tomate seco. Sem palavras. Com esse prato eles venceram um concurso de gastronomia promovido na cidade. Tudo de bom!


=)

2 comentários:

As Garotas disse...

Báh e não é q ela canta bem mesmo?


(COMO DIZ O IRMÃO DA MANUH BEM 'DESAFINADEIXONS')

=D


BEIJONES DAS PRIMAS PODEROSAS

dona Marcia disse...

Mas o importante é ser feliz, lindas. Beijos nas duas!